O conceito era óbvio — e justamente por isso, poderoso: uma lâmpada para representar ideias. Mas o diferencial estava em como ela ganharia vida. A proposta foi transformar esse símbolo clássico em um personagem despojado, bem-humorado e cheio de presença, capaz de se conectar de verdade com as pessoas.
O resultado foi além do esperado: o personagem engajou a comunicação interna da Leega, deixando de ser apenas um modismo visual se tornando um mascote ativo, presente em diversos materiais. Com versões desenvolvidas em 2D e 3D, ele passou a circular pela empresa como uma extensão viva da marca.